Conflitos Étnicos em Casais de Cima

Após o grande conflito que foi a Segunda Grande Guerra do Tintol, voltam a insurgir sentimentos separatistas em Casais de Cima. Como não poderia deixar de ser Casco de Rolha entrou ao barulho com as suas Forças Armadas e Desarmadas.
Uma zona de Casais de Cima juntamente com um lugar da freguesia da Bucha também do conselho de Casais de Cima, uma pequena parte da cidade de Caralhais e um lugar de Baletas de Cão concelho de Vila Nova de Santa Pinga decidem unir-se e declarar independência como o Protectorado de São Cricas d'Auga. Os guerrilheiros tiveram ajuda das tropas casco rolhenses e como forma de agradecimento decidiram por vontade própria unificar-se a Casco de Rolha e servir nas Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha.
O Marechal Zé Maria Cacete Chefe Maior das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha já agradeceu aos guerrilheiros são criquenses e decidiu criar uma nova força militar nas Forças Armadas de Desarmadas de Casco de Rolha, a Unidade Avançada de Guerrilha de São Cricas. Esta unidade vai ter comando partilhado por oficiais casco rolhenses e são criquenses. Vai ainda ser criada uma Companhia de Intervenção Rápida Avançada com sede em São Cricas d'Auga composta por uma esquadra de 10 comandos, uma esquadra de artilharia munida com morteiros de farpão ligeiro 20mm e artilharia anti-aérea e uma esquadra de infantaria.
Espera-se uma retaliação de Casais de cima e por prevenção Casco de Rolha deslocou a sua frota de blindados para São Cricas d'Auga.
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