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Forças Armadas e Desarmadas da R.N.E.U. de Casco de Rolha em Manobras

As Forças Armadas e Desarmadas da República Nasseira dos Estados Unidos de Casco de Rolha iniciaram "perente" o fim da missa de hoje manobras militares, com demonstração de força. O Pelotão de Infantaria Ligeira da 3.ª Companhia tomou posições defensivas em Corno Manso, o Pelotão de Infantaria Pesada da 3.ª Companhia tomou posições defensivas em Macieira de Pinga. O Pelotão de Artilharia da 3.ª Companhia marchou sobre Vila de Monta e também tomou posições defensivas.
As Companhias de Forças Especiais e de Intervenção accionaram o estado de prontidão e fazem manobras militares nas ruas de Casco de Rolha. Todos os elementos da 4.ª Companhia estabeleceram-se no Protectorado de São Cricas d'Auga.
Segundo o que se conseguiu apurar junto de informação não oficial está eminente uma manobra de anexação de territórios. Ao que parece as Companhias de Forças Especiais e de Intervenção farão uma operação relâmpago de anexação de Vila Quentinha de São Gipado, Caralhais, Vila Nova de Santa Pinga, Baletas de Cão, Vila Nova de Cafeteiras, Vilha Velha da Moina, Sarrazolas, Casais de Baixo e Santa Cona do Assobio.
Com estas anexações de território a República Nasseira dos Estados Unidos de Casco de Rolha quer expandir o seu território e ganhar poderio militar e territorial na região em especial contra a União das Repúblicas do Quinto do Caralho que estão ligeiramente de "cornos" com a R.N.E.U. de Casco de Rolha e também detém um bom "infequetivo" militar.
A Marinha de Rega accionou também o estado de prontidão do seu pelotão de Fuzileiros e colocou todos os meios marítimos em máxima força na Ribeira de Casco e Rio Sarrazolas. O Porta Aviões de Casco Baixo a Remos já parece uma auto-estrada com os Caça Zundapp a alevantar e a aterrar de "guizo".
A Força Aérea também detém todos os seus meios apostos caso seja necessário dar apoio às tropas na frente de campanha, dando apoio com morniço de combate e "arreamento de bombardas" no território inimigo.
Estará ainda em serviço um pelotão ao serviço da República da Testeira e Cricas de Regaladas aliadas da R.N.E.U. de Casco de Rolha.
Esperam-se retaliações por parte da União das Repúblicas do Quinto do Caralho.

Forças Armadas e Desarmadas da R.N.E.U. de Casco de Rolha Reforçam Frota Militar

As Forças Armadas e Desarmadas da R.N.E.U. de Casco de Rolha na pessoa do seu Chefe Maior, o Marechal Zé Maria Cacete anunciou que as mesmas receberam um "infectivo" de viaturas militares para reforçar as suas fileiras. 
Este reforço só foi possível graças ao Ministro da Defesa e Moinacial ter canalizado verbas do orçamento para tal. Não deixar de referir que o Ministro da Defesa e Moinacial não é nada mais nada menos que Almirante Zé Friestelas o Chefe Maior da Marinha de Rega.

Descreveremos a seguir todas as novas aquisições:

  • Viatura Kubota Auto Chaimite: 8;
  • Camionetas: 1;
  • Carrinhas Iveco: 3;
  • Caças Zundapp RS18: 6;
  • Caça Super Sachs RS117: 1;
  • Bombardeiro Pesado Super Sachs C169: 1;
  • Avião de Transporte C130 Super Sachs: 1;
  • Heli Bombardeiro Pesado: 1;
  • Botes Blindados a Remos: 2;
  • Corveta de Casco Baixo a Petroile: 2;
  • Viatura Kubota Auto Chaimite MK2 "Estonador": 15;
  • Trenó 4x4 RS de Combate: 5.
As Viatura Kubota Auto Chaimite MK2 "Estonador" é uma espécie de versão mais potente e resiste das Viaturas Kubota Auto Chaimite. Este para além do artesanal de guerra que o modelo anterior já detinha, ou seja, o Canhão de Rosca, Metralha Pesada "Tone Moço" e Lança Granadas de Farpão, foi-lhe ainda adicionado um detetor de minas, reforçada a blindagem para aguentar "balázios" maiores e montado um sistema de defesa automático com granadas de "fume".

As Corvetas de Casco Baixo a Petróile estão "inquipadas" com Torpedos de Farpão, Canhões de Rosca, Granadas de Farpão Anti-Aéreas, Metralhas Pesadas "Tone Moço" e Heliporto.
Uma ficará destacada com o Batalhão de Gelo da Marinha de Rega no Protectorado Casco/Suanês da Antárctida e a outra patrulhará as "augas" da Ribeira de Casco e Rio Sarrazolas.

Com estas novas aquisições as Forças Armadas e Desarmadas da R.N.E.U. de Casco de Rolha ficam dotadas de um arsenal capaz de dar resposta a ameaças à soberania Casco Rolhense.

Caça Zundapp RS18 Aterra de Emergência no Aeroporto Internacional de Casco de Rolha

Na tarde do dia de ontem aterrou de emergência no Aeroporto Internacional de Casco de Rolha um Caça Zundapp RS18 das Forças Armadas e Desarmadas da República Nasseira dos Estados Unidos de Casco de Rolha. A transviatura aérea de combate encontrava-se a "infequetuar" um treino de combate de rotina quando foi abalroado por um magote de rolas comando que estavam a tirar a recruta. O piloto para não causar danos de "mauor" nos seus companheiros de combate de duas asas dá um puxão e sobe de "guizo" não se apercebendo que mais acima iam os três falcões da companhia. Um dos falcões desenfaixou-se num dos motores do Caça Zundapp RS18. Deste embate aéreo resultou o arrefecimento do céu da boca do dito falcão o sargento da companhia.
Apenas com um motor o piloto é obrigado a abortar o treino e regressar de emergência ao Aeroporto Internacional de Casco de Rolha. Pelo caminho ainda tentou aterrar no Porta Aviões de Casco Baixo a Remos da Marinha de Rega mas sem sucesso.
Mas esta aventura não terminará por aqui! O piloto consegue aterrar meio de zorro mas no sítio onde aterrou tinha um monte de bosta de "caderniz" que faz com que o Caça Zundapp RS18 escorregasse e ganhasse velocidade. Só não aconteceu o pior graças ao "kit-unhas" do piloto que fiz dois rasos a um avião que estava estacionado e outro que se preparava para "alevantar".
A Força Aéra já anunciou publicamente que lamenta a perda do falcão da Companhia de Rolas Comando e enviou as respectivas condolências à família da vítima de arrefecimento do céu da boca. Anunciou ainda que o falcão terá um funeral com honras militares e será condecorado pelos serviços prestados às Forças Armadas e Desarmadas da República Nasseira dos Estados Unidos de Casco de Rolha.

Freguesial Força Aérea Cria Companhia de Cães "Parrequedistas"

A Freguesial Força Aérea na pessoa do seu comandante Tio Manel Arraúda (General) teve a fineza de apresentar uma nova companhia nas suas fileiras de tropas aéreas, uma "Companhia de Cães Parrequedistas" "tamvém" chamados de "Saltadores de Parreco". Esta não passa de uma companhia de cães pára-quedistas mas foi baptizada com tal nome para confundir o inimigo e este não saber que os respectivos cachorros entram em combates vindos do ar.
Os canídeos vão ter treino de pára-quedista tal como os pára-quedistas humanos. Apenas vai modificar o sistema de "abertimento" do pára-quedas. Vai ser ensinado aos canídeos contar até 5. No salto o canídeo leva o puxador de "abertimento" preso à pata. Mal salta conta até 5 e puxa a pata e abre o pára-quedas. Chegados a terra "deslargam" o pára-quedas e seguem viagem com o "inquipamento" de combate. O seu "inquipamento" é constituído pelo seguinte artesanal: camuflado, colete anti-bala, máscara anti farpa biológica, boina, rádio com auriculares para comunicarem uns com os outros em caso de algum se extraviar da companhia, um osso para morniço de combate, um cantil d'auga, munições e a arma.
A companhia terá treino conjunto com a "Companhia de Rolas Comando" para que estas juntamente com os falcões da companhia façam cobertura aos canídeos "parrequedistas" durante o salto.

Abriu Recruta Para Tropas Super Especiais

As Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha anunciaram a abertura da recruta para Tropas Super Especiais. Qualquer individuo se pode candidatar desde que tenha mais de dezoito anos mas será dada prioridade a indivíduos que que já estejam em corpos de tropas especiais de Casco de Rolha nomeadamente, comandos, pára-quedistas e fuzileiros.
Esta força vai ser uma força de operações especiais polivalente com especialidade em "comandage", "pára-quedisage", "fuzileirage" e operações especiais. A companhia de instrução vai ser formada por um oficial dos Fuzileiros da Marinha de Rega, uma oficial pára-quedista e um oficial de Comandos das Tropas Especiais e Temporais, um oficial dos Navy Seal, um oficial dos Special Air Service (SAS) britânicos e um oficial dos Royal Marines britânicos.
A recruta vai ter duração de dois anos e está dividida por etapas. São as seguintes:
  • 0-3 meses: É a chamada recruta "normal" para adaptação ao mundo militar e começar a ganhar andamento;
  • 3-6 meses: Esta fase vai ser apenas treino físico para ganhar resistência e alargar o lombo;
  • 6-9 meses: Especialidade de Artilharia. Terão treino de artilharia ligeira, pesada e anti-aérea;
  • 9-12 meses: Curso de Comando. Neste curso são treinados para partir tudo em combate. É a chamada "infantaria pesada";
  • 12-15 meses: Curso de Fuzileiro;
  • 15-18 meses: Curso de Pára-quedista. Neste curso terá as especialidades de percursor aeroterrestre, pára-quedas e o famoso salto em pára-quedas roto;
  • 18-24: Curso de Operações Especiais. Curso intensivo de seis meses.
Os recrutas que concluam o curso vão ser verdadeiras máquinas de guerra todo o terreno não existindo nenhuma força no mundo como esta.

Golpe Militar Derruba António Pina Balente

As Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha "infequetuaram" u m golpe militar para derrubar António Pina Balente da presidência  freguesial. Este golpe foi provocado pelo anuncio dos Cascos Gold. Os casco rolhenses ficaram fortemente descontentes com esta medida do executivo freguesial. O povo casco rolhense teve apoio das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha e Moina de Casco de Rolha.
Aquando do anuncio da implementação dos Cascos Gold "perente" esta manhã as Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha intervieram  logo evitando o pior destituindo António Pina Balente. Após o golpe foi instituida uma junta militar com Marechal Zé Maria Cacete a assumir a presidência freguesial, Almirante Zé Friestelas como Secretário Freguesial dos Assuntos Freguesiais, Tio Manel Arraúda como Secretário Freguesial de Defesa e Moinacial e General Zacarias com as restantes pastas freguesiais.
A operação militar teve como intervenientes os Fuzileiros da Marinha de Rega, Destacamento de Pingas Especiais e Tropas Especiais e Temporais de Casco de Rolha e meia dúzia de gatos pingados da tropa ligeira. Após o desembarque anfibio dos Fuzileiros numa poça d'auga junto da casa de António Pina Balente é lançado um pára-quedista em pára-quedas roto para garantir que António Pina Balente não fugia pelo telhado. Este ficou logo fora de combate pois desencolatrou-se pela chaminé abaixo. O Corpo de Segurança Pessoal não ofereceu resistência pois também estava combinado com o golpe militar. Mal chegou a tropa da pesada detorceram e desmobilizaram para o Café Tasco Sobe & Desce.
Após a detenção de António Pina Balente os militares obrigaram este a assinar a sua demissão imediata. As Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha anunicaram que irão marcar eleições para breve para entregar a presidência freguesial a civis.

Lançamento do Primeiro Casco Para Construção de Port Aviões de Casco Baixo a Remos

Decorreu "perente" o dia de hoje a cerimónia de lançamento do primeiro casco para a construção do porta-aviões de casco baixo a remos para estacionar na Ribeira de Casco para aterrarem no respectivo os novos Caça Zundapp RS18 e o Caça Super Sachs RS117 da Freguesial Força Aérea de Casco de Rolha.
Na cerimónia estiveram "presuntos" António Pina Balente dignissimo presidente da junta de Casco de Rolha, Tio Antone Brigadas o secretário freguesial de defesa e moinacial, o Chefe Maior das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha o Marechal Zé Maria Cacete, Tio Manel Arraúda o comandante da Freguesial Força Aérea, o Almirante Zé Friestelas o comandante da Marinha de Rega e Padre Aniceto Cornélio para benzer o respectivo casco.
A construção deste porta-aviões de casco baixo a remos resulta de uma parceria entre a Freguesial Força Aérea e a Marinha de Rega. Este vai ser todo ele construido em pinho fluvial pois constatou-se que pinho marítimo em "auga" de rio enquilha.
No final da cerimónia houve tainada no McNassa para os cães grandes, os pequenos foram morniçar a casa que se fuderam.

Freguesial Força Aérea Reforça Frota

A Freguesial Força Aérea vai reforçar a sua frota de transviaturas aéreas de combate. O anúncio foi feito por Tio Manel Arraúda comandante da Freguesial Força Aérea. Para tal reforço investiu umas "miles" de rolhas na aquisição de cinco novos Caças Zundapp RS18 e uma maravilha da tecnologia militar o Caça Super Sachs RS117. Este último é invisivel aos radares da Nassa. Esta peça rara da Sachs Motor Company de Casco de Rolha está munida de granadas de farpão pesadas e leves, morteiros de farpão de bombardeio e metralhas pesadas de estona conas. Mas o que torna esta peça ainda mais valiosa é o seu sistema de deixar morniço de combate em pleno cenário de guerra. Está ainda equipado com um pipo cheio de pinga alvarinha para fornecer pinga aos combatentes em pleno voo.
Tio Manel Arraúda afirmou ainda que está em negociações com o Almirante Zé Friestelas comandante da Marinha de Rega para a aquisição de uma porta-aviões de casco baixo a remos para estacionar na Ribeira de Casco para aterrar os respectivos caças. Esta aquisição vai ser a meias entre as duas forças militares casco rolhenses para amortizar o estouro da compra dos Caças Zundapp RS18 e Caça Super Sachs RS117.
Ao que parece o Almirante Zé Friestelas já piscou o olho a esta compra conjunta e está realmente colhoado com a aquisição.

Forças Militares Especiais de Casco de Rolha Vão Ter Treino Com Navy Seals

As Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha querem manter-se na vanguarda das forças militares mundiais e para tal organizaram um treino conjunto de todas as suas tropas especiais com os Navy Seals da Marinha dos Estados Unidos, uma das forças especiais mais conceituadas do mundo.
As Forças Aramadas e Desarmadas de Casco de Rolha detém as seguintes forças especiais: Pelotão de Comandos e Pelotão de Aerotransportados nas Tropas Especiais e Temporais, Companhia de Fuzileiros e Destacamento de Pingas Especiais (DPE) na Marinha de Rega e Companhia de Rolas Comando na Freguesial Força Aérea.
Segundo o Chefe Maior das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha o Marechal Zé Maria Cacete este treino conjunto tem como objectivo de dotar as tropas casco rolhenses de treino anti-terrorismo e a criação de uma força super especial com especialização em comandagem, fuzileiragem e pára-quedisisage. Vai ser uma força única no mundo podendo "infequetuar" combate em qualquer situação podendo chegar por qualquer lado tanto seja água, ar e terra e dotada de treino em operações não convenvcionais.
Para ingressar nesta força o recruta terá pela frente dois anos de recruta à base de levar no lombo e alargar o lombo. Está ainda em cima da mesa a criação de uma unidade de cães pára-quedistas.

Pacto Militar Entre Casco de Rolha e Corno Manso - Organização do Tratado da Ribeira de Casco

A Secretaria Freguesial de Defesa e Moinacial anunciou conjuntamente com as autoridades freguesiais de Corno Manso a realização de um pacto militar entre estas duas potências aliadas desde longa data. Este pacto foi baptizado com o nome de Organização do Tratado da Ribeira de Casco (OTCR).
Do pacto fazem parte todas as forças militares pertencentes às Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha e forças militares de Corno Manso. O comando vai ser partilhado sendo o Comandante Supremo (CSOTRC) o Marechal Zé Maria Cacete e o Segundo Comandante (SCOTRC) o General Comandante das Forças Militares de Corno Manso. Haverá ainda um comando de cada tipo de força nomeadamente ar (CArOTRC), terra (CTOTRC) e água (CAgOTRC), sendo o comando partilhado entre as duas potências freguesiais.
Passemos a citar o Marechal Zé Maria Cacete nas palavras dele próprio ditas por ele mesmo: "Ai está o que faltava um pacto militar para blindar mais a união de Casco de Rolha com Corno Manso. Ficamos mais fortes contra a aliança dos nossos eternos rivais de Vilha Velha da Moina. A partir de agora as forças militares de Casco de Rolha e Corno Manso é como se fossem uma só. O pacto foi celebrado com uma caneca de pinga alvarinha de Casco de Rolha e uma tainada no McNassa para os cães grandes!".
Com este pacto militar Casco de Rolha fica considerada quase uma potência freguesial intocável. Vilha Velha da Moina já se acagaçou com tal pacto e já pediu a Casco de Rolha um pacto de neutralidade não fazendo frente a Casco de Rolha. Diga-se de passagem que este deve-se em parte ao arreio que levaram na Segunda Grande Guerra do Tintol.

Casais de Cima Retalia Contra o Protectorado de São Cricas d'Auga

Como era de esperar Casais de Cima não se ia ficar contra os desertores do Protectorado de São Cricas d'Auga e já respondeu militarmente mandando intervir o seu pelotão de fuzilamento das suas Tropas de Operações Não Especiais. 
Casco de Rolha e os guerrilheiros são criquenses como já esperavam um contra-ataque de Casais de Cima preveniram-se e estavam como cães de caça à espera do contra-ataque.
O Primeiro Pelotão "Comandos" das Tropas Especiais e Temporais de Casco de Rolha estava em posições estratégicas para caso sofressem um ataque repentino.
Também os Fuzileiros da Marinha de Rega de Casco de Rolha estavam em estado de prontidão para responder a um possível ataque.
As tropas Casaisianas Cimeiras entraram surrateiramente e começaram a crivar tudo o que lhes aparecia à frente com caçadeiras de chumba rolas com chumbos de pau pinho de madeira d'árvore. Mal entram em território de São Cricas d'Auga são logo recebidos com salvas de morteiro de farpão pesado de 80mm e salvas de cartucheiras que faz logo uma razia às tropas casaisianas cimeiras, enxertando logo ali a broa.
Casco de Rolha mais uma vez a mostrar quem é a verdadeira potência militar freguesial "perente" a comunidade em comum.

Conflitos Étnicos em Casais de Cima

Após o grande conflito que foi a Segunda Grande Guerra do Tintol, voltam a insurgir sentimentos separatistas em Casais de Cima. Como não poderia deixar de ser Casco de Rolha entrou ao barulho com as suas Forças Armadas e Desarmadas.
Uma zona de Casais de Cima juntamente com um lugar da freguesia da Bucha também do conselho de Casais de Cima, uma pequena parte da cidade de Caralhais e um lugar de Baletas de Cão concelho de Vila Nova de Santa Pinga decidem unir-se e declarar independência como o Protectorado de São Cricas d'Auga. Os guerrilheiros tiveram ajuda das tropas casco rolhenses e como forma de agradecimento decidiram por vontade própria unificar-se a Casco de Rolha e servir nas Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha.
O Marechal Zé Maria Cacete Chefe Maior das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha já agradeceu aos guerrilheiros são criquenses e decidiu criar uma nova força militar nas Forças Armadas de Desarmadas de Casco de Rolha, a Unidade Avançada de Guerrilha de São Cricas. Esta unidade vai ter comando partilhado por oficiais casco rolhenses e são criquenses. Vai ainda ser criada uma Companhia de Intervenção Rápida Avançada com sede em São Cricas d'Auga composta por uma esquadra de 10 comandos, uma esquadra de artilharia munida com morteiros de farpão ligeiro 20mm e artilharia anti-aérea e uma esquadra de infantaria.
Espera-se uma retaliação de Casais de cima e por prevenção Casco de Rolha deslocou a sua frota de blindados para São Cricas d'Auga.

Fim da Segunda Grande Guerra do Tintol

Finalmente terminou este conflito armado e desarmado entre as forças militares de Casco de Rolha e seus aliados contra a aliança de Vilha Velha da Moina. A Segunda Grande Guerra do Tintol terminou mal Casco de Rolha "armandou" dois farpões atómicos sobre as tropas de Vilha Velha da Moina e seus aliados.
Como as tropas inimigas não estavam prevenidas para o farpão atómico, este ao ser lançado sobre Macieira de Pinga provocou uma "monda" nas tropas inimigas de Casco de Rolha. O bedum largado pelo farpão atómico "infequetuou" o respectivo "tombê" da Tropa Razeira de Vilha Velha da Moina o que facilitou a sua detenção pelas tropas casco rolhenses ficando prisioneiras sem derramamento de pinga e sangue.
Com as tropas velha moinenses fora de combate fora-lhe confiscado todo o armamento e artesanal de guerra bem como todas as viaturas de combate. O armistício reza que as tropas vencedoras deram arreio às derrotadas e ficam com o domínio da Adega de Pinga Alvarinha de Macieira de Pinga. Reza ainda que Vilha Velha da Moina e seus aliados continuam independentes mas sob tutela de Casco de Rolha e seus aliados.

Primeira Baixa Casco Rolhense na Segunda Grande Guerra do Tintol

É com enorme pesar que o Chefe do Estado Mauor das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha, o Marechal Zé Maria Cacete anunciou a primeira baixa nas tropas casco rolhense na Segunda Grande Guerra do Tintol, um artilheiro da 1.ª Esquadra do 4.º Pelotão da Companhia de Tropas Temporais das Tropas Especiais e Temporais de Casco de Rolha.
O artilheiro encontrava-se a medir a amplitude da manobra a controlar os azimutes quando de repente se lhe rebentou um morteiro de farpão pesado de 80mm na respectiva mão, ficando desfeito em merda. O home antes de se lhe arrefecer o céu da boca conseguiu enxertar cerca de duas meias dúzia de carroças blindada anti-aéreas das Tropas Razeiras de Vilha Velha da Moina. Por se lhe arrefecer o céu da boca em combate vai ser condecorado depois de morto pelo Estado Maior das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha como forma de agradecimento aos serviços prestados em defesa de Casco de Rolha.
As Tropas Especiais e Temporais nomeadamente o Primeiro Pelotão de Comandos e o Segundo de Aerotransportados vão fazer uma operação secreta de infiltramento no bastião inimigo para desintegrar tudo e obrigar Vilha Velha da Moina e seus aliados a renderem-se e deixarem Casco de Rolha com o dominio de adega de pinga alvarinha de Macieira de Pinga. Esta operação vai ter apoio do Corpo de Fuzileiros da Marinha de Rega e do Destacamento de Pingas Especiais grupo de elite do Corpo de Fuzileiros da Marinha de Rega da Ribeira de Casco.

Curso Intensivo de Operações Não Convencionais do Destacamento de Pingas Especiais da Marinha de Rega

Home de Guerra Capitão da Marinha de Rega de Casco de Rolha que comanda o Destacamento de Pingas Especiais (DPE) anunciou um novo curso intensivo para os seus marinheiros de operações não convencionais, nomeadamente como abrir uma garrafa de vinho sem saca rolhas.
Segundo Home de Guerra existem várias formas de abrir uma garrafa de vinho para "infequetuar o realizamento" de uma giposa sem usar o respectivo aparelho de saca rolhas. São elas as respectivas seguintes: tirar uma sapatilha e colocar a garrafa dentro e bater até sacar a rolham lápis um martelo e um espeto de churrasco ou usar um saca rolhas não convencional formado por um parafuso um alicate e um agrafador.
A primeira técnica é um tanto ou nada eficaz pois não saca rolha nenhuma e põe a estremecer as mãos de quem tá a bater a garrafa e corre o risco de ficar como um pito pois a garrafa transforma-se numa verdadeira garrafa de champanhe.
A segunda consiste em colocar o lápis a "infequetuar" de cinzel e o martelo "infequetua" o respectivo "martelamento" da rolha "inté" esta cair dentro da garrafa "infequetuando" o respectivo "boiamento" na pinga respectiva. O espeto de churrasco é mero artesanal decorativo.
A terceira é a verdadeira eficácia em pessoa. Enrosca-se o parafuso na rolha com o alicate "infequetua-se" um puxão para ter espaço para colocar o agrafador a fazer de batente no gargalo da garrafa. Ora com ele enfiado entre os dois aparelhos "infequetua" uma maravilha da física o efeito de cunha. Logo de seguida está pronta a garrafa para se "infequetuar" a respectiva giposa.

Submarino Farpão Encalhou na Ribeira de Casco

O submarino "Farpão" da Marinha de Rega da Ribeira de Casco encalhou numa operação militar na Ribeira de Casco. O submarino "infequetuava" manobras militares de patrulhamento da Ribeira de Casco para impedir um ataque anfíbio de VIlha Velha da Moina quando encalhou no fundo devido ao facto de a Ribeira de Casco estar a ficar seca com o calor que se faz sentir "perente" Casco de Rolha.
O acidente provocou um furo na fuselagem do aparelho em pinho marítimo. O comandante da Marinha de Rega de Casco de Rolha já ordenou o reboque do submarino "Farpão" para doca seca para ser "infequetuada" a respectiva reparação sendo "infequetuado" o remendo em pau pinho madeira d'árvore uma madeira mais resistente que o pinho marítimo.
Deste acidente resultaram duas vitimas de arrefecimento do céu da boca e um aleijado, sendo respectivamente dois "vacalhuços" que ficaram esmagados e uma xiola gigante que levou uma castanhada de raspão nos guizos.

Começou a Segunda Grande Guerra do Tintol

Já começaram os confrontos em Macieira de Pinga na Segunda Grande Guerra do Tintol. Muito demorou a que começasse a cair molho entre duas potências freguesiais, Casco de Rolha e Vilha Velha da Moina. Após a invasão de Macieira de Pinga por parte das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha, Vilha Velha da Moina responde de imediato com um cerco às tropas casco rolhenses com a sua Tropa Raseira.
Após dias de instabilidade interfreguesial e as câmaras municipais de Vila Nova de Santa Pinga e Casais de Baixo entrarem ao barulho para tentarem mediar o conflito, acabou o sossego e começou a cair purrada. Tudo começou quando um individuo da Tropa Raseira de Vilha Velha da Moina disparou um cartucho de uma carabina sniper de chumba rolas para o ar dos pulmões de um membro das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha que "infequetuava" a guarnição das tropas casco rolhenses. Logo de seguida são disparados 22 tiros de caçadeira para o respectivo ar dos pulmões do militar Velha Moinense. 
Marechal Zé Maria Cacete chefe maior das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha mandou fazer o respectivo "estreamento" dos novos Caças Zundapp RS18 da Freguesial Força Aérea de Casco de Rolha mandando bombardear as tropas velha moinenses com granadas de farpão e ovo podres. Ordenou ainda a invasão de Vilha Velha da Moina com Tropas Comando e meia dúzia de gatos pingados de Fuzileiros da Marinha de Rega de Casco de Rolha. 
Entretanto já se juntaram ao conflito tropas de Operações Especiais de Corno Manso aliadas a Casco de Rolha. Sarrazolas já estava no auxilio ao cerco da Adega de Pinga Madura de Macieira de Pinga. Entretanto juntou-se ao conflito em favor de Vilha Velha da Moina tropas de Vila Quentinha de São Gipado.

Criação da Freguesial Força Aérea de Casco de Rolha

Por ordem do secretário freguesial de defesa e moinacial foi criada a Freguesial Força Aérea de Casco de Rolha. Vai estar na dependência de António Pina Balente dignissimo presidente da junta de Casco de Rolha sendo ingressada nas Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha sob comando geral do Marechal Zé Maria Cacete.
O secretário freguesial de defesa e moinacial justifica a criação da Freguesial Força Aérea de Casco de Rolha com a falta de uma força aérea em Casco de Rolha com uma eminente Segunda Grande Guerra do Tintol. A junta criou um fundo para equipar a nova força militar de Casco de Rolha. Foi já anunciada a compra de três caças Zundapp RS18 com fuselagem de pau pinho de madeira d'árvore e banco de luso pau feito. Vão ser ainda adquiridos dois bombardeiros pesados Super Sachs C169 fabricados todos eles pela Sachs Motor Company, companhia de Casco de Rolha.
A destacar a incorporação da Companhia de Rolas Comando nesta força militar aérea deixando de estar na Unidade Especial da Moina de Casco de Rolha. Vai ser ainda criada uma companhia de aves raras pára-quedistas. De realçar ainda que o comando vai ser entregue a Tia Manel Arraúda oficial de Artilharia Farpónica que já serviu na Marinha de Rega de Casco de Rolha.

Segunda Grande Guerra do Tintol

Está eminente o começo de uma Segunda Grande Guerra do Tintol. Para garantir o fornecimento de pinga para todos os tascos, as Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha, com o apoio da Moina de Casco de Rolha e de milicias populares munidas de caçadeiras com lança granadas de farpão, invadem Macieira de Pinga que não ofereceu qualquer resistência.
Após esta invasão, Vilha Velha da Moina como velha aliada de Macieira de Pinga e de forma a garantir também os seus interesses toma medidas e arranca em auxilio de Macieira de Pinga com a sua tropa raseira e declara guerra a Casco de Rolha.
António Pina Balente, presidente da junta de Casco de Rolha, ordenou o encerramento das fronteiras de Casco de Rolha com Vilha Velha da Moina e pediu auxilio aos seus velhos aliados de Corno Manso. A operação de ocupação de Macieira de Pinga começou com a descida do Rio Sarrazola dos Fuzileiros da Marinha de Rega em lancha lenta escoltados por dois botes a remos e respectivo desembarque em Bidões. Após o desembarque em Bidões, atravessam esta freguesia "à lá pate" a correr e ao mesmo tempo que entram em Macieira de Pinga chegam Comandos em viaturas Kubota Auto Xaimite e são lançados os pára-quedistas.
O objectivo central da missão casco rolhense era tomar de assalto a Adega de Pinga Madura de Macieira de Pinga. Após esta tomada de posição, chegam as tropas raseiras de Vilha Velha da Moina e Sarrazolas e "infequetuam" o respectivo cerco do local.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Santa Pinga e de Casais de Baixo já entraram ao barulho com medidas do conflito não tendo conseguido nada "inté" ao momento.

Funeral de Tone Moço Finalmente Aconteceu

E finalmente decorreu "perente" ontem sexta-feira 13 o funeral do ex-fuzileiro da Marinha de Rega de Casco de Rolha, Tone Moço. Tone Moço estive em câmara de água ardente na Igreja do Convento de São Cricalho desde o seu quinamento já faz sábado domingo três semanas. O seu corpo já estava a destilar na água ardente, começando-se a ver o respectivo osso do morto.
Tone Moço como foi noticiado anteriormente foi vítima duma paragem da bomba ao ver a Casa dos Vaquedos: A Caibrada Final. Esta demora no seu enterramento deveu-se a uma greve de Padre Venâncio da Eira que se recusava a fazer funerais em Casco de Rolha. Padre Venâncio da Eira apenas quebrou esta sua greve pois a família do falecido pagou altas tainadas ao home no McNassa, ficando o padre em estado giposo e "infequetuando" o respectivo enterramento.
Mal Padre Venâncio da Eira deu luz verde que ia realizar o enterramento de Tone Moço, Sadam "O Cangalheiro" foi logo vestir o fato de pinho ao morto.
O funeral teve honras militares com a Marinha de Rega a arrear altas salvas de morteiro de Farpão em honra do seu fuzileiro mais condecorado de sempre. Tone Moço combateu na Grande Guerra do Tintol ao serviço da Marinha de Rega de Casco de Rolha, defendendo sempre Casco de Rolha de corpo e alma. Estiveram ainda presentes na cerimónia, General Biclas a representar a Moina de Casco de Rolha, o comandante das Tropas Especiais e Temporais e Marechal Zé Maria Cacete Chefe Maior das Forças Armadas e Desarmadas de Casco de Rolha.
Passemos a citar o comandante da Compainha de Fuzileiros da Marinha de Rega: "Caros amigos, Casco Rolhenses, Fuzileiros e amigas estamos aqui reunidos em comunidade em comum neste momento de pesar nos cornos de cada um pela perda do nosso home mais condecorado de sempre. O home parece um veterano de guerra do Vietname ou o caralho. Defendeu sempre as gentes de Casco de Rolha, principalmente na Grande Guerra do Tintol contra Vilha Velha da Moina onde chumbou dois Velha Moinenses cum chumbo só. Grande home este Tone Moço".
Após o enterro de Tone Moço foi tudo ao McNassa molhar o bico dado o estado de secura da píbeda dos presentes. E claro que se houve pinga, houve morniço e do bô para os cães grandes das Forças Armadas e Desermadas de Casco de Rolha.